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Codevasf e Telebras discutem parcerias estratégicas em tecnologia e desenvolvimento regional

Uma comitiva da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) foi recebida na última semana pelo presidente da Telebras, André Magalhães, para uma agenda voltada à construção de parcerias estratégicas em inovação e desenvolvimento regional. A visita foi uma imersão nas instalações da estatal, incluindo o Centro de Operações Espaciais Principal (COPE-P), o datacenter certificado Tier IV e a infraestrutura de operação do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). A Telebras apresentou suas soluções e serviços digitais como potenciais ferramentas de apoio às ações da Codevasf.
Para o diretor-presidente da Companhia, Lucas Felipe de Oliveira, o diálogo entre as estatais abre caminho para novas parcerias estratégicas. Também marca um futuro acordo de cooperação, visando à governança digital da Codevasf. “Essa parceria ajudará a levar serviços essenciais a áreas remotas do Brasil. Isso contribuirá para a integração entre a inovação, a tecnologia e o desenvolvimento regional”, ressaltou. A expectativa é de que novas agendas técnicas entre as equipes da Codevasf e da Telebras sejam realizadas nos próximos meses, com foco em serviços que tenham relevância estratégica para o desenvolvimento regional.
Codevasf — A Codevasf é uma empresa pública federal vinculada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR). A Empresa executa políticas públicas nas áreas de infraestrutura, segurança hídrica, agricultura irrigada, revitalização de bacias hidrográficas e economia sustentável. Sua atuação abrange 36,6% do território nacional — uma cobertura que alcança 2.688 municípios, localizados em 16 unidades da federação.
Telebras — A Telebras é uma sociedade de economia mista federal vinculada ao Ministério das Comunicações (MCom). A empresa promove políticas públicas de inclusão digital e atende às demandas de soluções em serviços de conexão para a Administração Pública. Isso é feito por meio de uma rede óptica de mais de 28 mil km e da cobertura em todo território nacional do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), cujo papel é essencial para a universalização da banda larga no Brasil.