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Ação da Codevasf repovoa Lagoa Grande, em Passa Tempo (MG), com espécies nativas do São Francisco

publicado: 13/03/2026 14h40, última modificação: 13/03/2026 14h40

Peixamento em Passa Tempo (MG)Cerca de 12 mil alevinos foram soltos pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) durante um peixamento realizado na última terça-feira (10), na Lagoa Grande, em Passa Tempo (MG). Além da soltura, o evento buscou conscientizar a população local sobre a importância de preservar rios e lagoas.

A ação, coordenada pela Superintendência Regional da Codevasf em Belo Horizonte, integra o Programa de Revitalização das Bacias Hidrográficas do São Francisco.

Alunos de Passa Tempo (MG)No peixamento, foram utilizados exemplares de curimatã e piau-verdadeiro, espécies nativas do São Francisco essenciais para o equilíbrio ecológico da região. O evento contou com o apoio do DER/MG e da Defesa Civil estadual, além da participação de alunos do 4º e 5º anos da Escola Municipal Gabriel Andrade e de produtores rurais. Com caráter educativo, os participantes acompanharam a soltura e debateram a conservação dos recursos hídricos e da fauna nativa.

“O projeto é fundamental para o repovoamento da bacia do São Francisco e das microbacias dos córregos Pará e Tombadouro. Isso beneficia tanto o meio ambiente quanto a população que depende da pesca para sua subsistência”, destacou Mário Sérgio Pereira, secretário municipal de Meio Ambiente de Passa Tempo.

Segundo Thales Assis, superintendente substituto da Codevasf em Belo Horizonte, as ações de peixamento visam recuperar a ictiofauna nativa, favorecendo a biodiversidade e a pesca artesanal. “A meta da Superintendência Regional em Belo Horizonte é tornar-se referência em preservação e recuperação ambiental”, ressaltou.